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Dominando o CPC-27: do chão de fábrica ao balanço

Dominando o CPC-27: implementando a norma!


Dominando o CPC-27: do chão de fábrica ao balanço — como blindar o imobilizado e eliminar ressalvas

Quando a auditoria externa solicita a adoção do CPC-27, ela está sinalizando um caminho para melhorar transparência (transparency), credibilidade (credibility) e auditabilidade (auditability) do PP&E — Property, Plant and Equipment. Em linguagem prática: alinhar o que existe fisicamente ao que está no balanço, reduzir qualified opinions (ressalvas) e dar base sólida a decisões de capex e manutenção.

O que está em jogo: clareza para gestão e auditoria

O CPC-27 organiza o ciclo de vida do imobilizado: reconhecimento (recognition), mensuração inicial (initial measurement), mensuração subsequente (subsequent measurement), depreciação (depreciation), baixas (derecognition/write-off) e divulgação (disclosure). Isso exige um fixed assets register (FAR) confiável, useful lives e residual values coerentes com o uso real, e controles internos (internal controls) sobre aquisições, transferências e baixas. O efeito é direto nas notas explicativas e nos audit assertions (existence, completeness, valuation, rights & obligations).

Pilares técnicos do CPC-27 (sem jargões desnecessários)

  • Reconhecimento: capitaliza-se apenas o que gera benefícios econômicos futuros e pode ser reliably measurable.
  • Custo inicial: inclui gastos diretamente atribuíveis para colocar o ativo em condição de uso.
  • Modelo subsequente: cost model (custo – depreciação – impairment conforme CPC-01) ou revaluation model quando suportado.
  • Depreciação: método (straight-line/units-of-production) e revisão periódica de useful life e residual value.
  • Componentization: partes relevantes com padrões de consumo distintos são depreciadas separadamente.
  • Baixas e alienações: retiradas tempestivas e apuração do resultado.
  • Disclosure: políticas, roll-forwards, premissas críticas e reconciliações claras.

Execução ponta a ponta: do diagnóstico ao “go live”

  1. Gap assessment: ler políticas atuais, mapear riscos, definir materiality por classe e cronograma por unidade.
  2. Inventário físico e asset tagging: coleta com registro fotográfico, QR code/RFID, metadados (nº de série, localização, centro de custo, custodian) e identificação de sobras/insubsistências.
  3. Reconciliation físico × contábil: vínculo bem-a-bem, data cleansing e ajustes propostos (reclassificações, baixas, transfers).
  4. Useful life & residual value: memórias técnicas por classe e condição (uso, manutenção, ambiente).
  5. Parametrização de ERP/Cloud: capitalization policy, tabelas, audit trail, relatórios roll-forward e exception reports.
  6. SOPs e governance: fluxos de aquisição/transfer/disposal, segregation of duties e responsabilidades.
  7. Evidence pack: laudos, fotos, mapas de conciliação, prints do sistema e minutas de notas explicativas.

Quando terceirizar acelera (e evita retrabalho)

Sem subject-matter experts, surgem inventários incompletos, componentization ignorada e premissas frágeis de useful life. Uma consultoria experiente entrega metodologia, tecnologia e cadência, reduz rework, acelera o roll-out e prepara deliverables que sustentam a auditoria.

Cronograma típico: quanto tempo dura a virada

Variável por porte, número de sites e qualidade da base. Referências de mercado:

  • Empresas médias: 6–12 semanas para diagnóstico → inventário → conciliação → parametrização.
  • Operações multisite/industriais: 12–20 semanas, sobretudo com CIP (construction in progress) e componentization aprofundada.
    Trabalhar por waves (pilotos e expansão) gera quick wins e evidências parciais desde o início.

Como manter o controle vivo (sem voltar ao caos)

  • Políticas e SOPs vivos;
  • Cycle counts e reconciliações periódicas;
  • KPIs: % de bens conciliados, ageing por classe, tempo médio de baixa, gap físico-contábil;
  • Continuous training para compras, contabilidade, manutenção e custodians;
  • Revisões de impairment (CPC-01) conforme sinais de perda e acompanhamento dos management letter points.

Evidências que encerram discussões com a auditoria

Monte um evidence pack que cubra os audit assertions: plano de projeto, política atualizada, FAR com fotos e etiquetas, mapas de conciliação, memórias de useful life/residual value, propostas de ajuste por conta/grupo, prints do ERP/software, roll-forward por classe e minutas de notas explicativas. Com audit trail robusto, a tendência é reduzir apontamentos e evitar ressalvas.

Mentores intelectuais: quem nos trouxe até aqui

  • Eliseu Martins — Professor emérito da FEA-USP e referência incontornável na convergência brasileira às IFRS. Coautor (com Sérgio de Iudícibus) de obras que moldaram a teoria e a prática da contabilidade no país, sempre defendendo governança, disclosure e qualidade da informação.
  • Sérgio de Iudícibus — Um dos maiores pensadores da contabilidade no Brasil, com ênfase em relevância e fidedignidade da informação, fundamentos que sustentam o CPC-27.
  • José Carlos Marion — Autor de referência em contabilidade societária, reforçando políticas claras, disclosures consistentes e aderência normativa.

Como a AXS transforma norma em evidência (casos e validação)

A AXS Consultoria Empresarial – Divisão de Ativos executa projetos completos de inventário, conciliação físico × contábil, revisão de vidas úteis e valores residuais, avaliação patrimonial e implantação de controles e software em todo o Brasil. Metodologia proprietária, coleta mobile com foto, asset tagging inteligente e plataforma em nuvem dão sustentação contínua ao controle.

Alguns cases:

  • SaúdeGPACI (Sorocaba): inventário e reconciliação em ambiente hospitalar, operação discreta, evidence pack pronto para auditoria.
  • EngenhariaGGO Engenharia (Jundiaí e obras em SP): inventário e avaliação respeitando janelas operacionais e EHS requirements (EPIs).
  • EsporteClube Vitória da Bahia (Barradão): inventário e avaliação, notas explicativas auditáveis.
  • Indústria & P&DCPQD (Campinas) e Midea Carrier: componentization, CIP tracking e roll-out multisite.
  • Infraestrutura — rede de aeroportos com padronização de políticas e SOPs locais.

Nossos entregáveis são regularmente validados por auditorias independentes, inclusive as Big Four, graças à aderência rigorosa a CPC-27, CPC-01, ABNT e IBAPE, com foco em compliance, governança e audit trail.

Quer eliminar ressalvas e ganhar previsibilidade no closing? A AXS cuida do ciclo completo — diagnóstico → execução → roll-forward → notas explicativas — e deixa o controle pronto para o próximo ciclo de auditoria. Fale com a gente: contato@axsconsultoria.com.br | (15) 98815-1487.

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Data: 27/08/2025




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