Como um Contador Transformou o Controle do Ativo Imobilizado e Salvou a Credibilidade da Empresa
A Visão de Grandes Mestres da Contabilidade sobre o Ativo Imobilizado
Ao longo da história da contabilidade brasileira, nomes como Eliseu Martins, José Carlos Marion e Sérgio de Iudícibus se destacaram por suas contribuições à gestão patrimonial (Asset Management) e à fidedignidade das demonstrações financeiras.
- Eliseu Martins – Professor da USP, ex-diretor da CVM e do Banco Central, pioneiro na adaptação das normas internacionais de contabilidade (IFRS – International Financial Reporting Standards) ao Brasil. Defende que o Ativo Imobilizado (Fixed Assets) é elemento estratégico na tomada de decisões gerenciais (Managerial Decision-Making).
- José Carlos Marion – Referência em contabilidade empresarial, alerta que negligenciar o ativo imobilizado compromete o valor de mercado e a transparência.
- Sérgio de Iudícibus – Mestre da teoria contábil, reforça que a coerência entre mundo físico e contábil só se obtém com inventários completos, conciliações precisas e avaliações periódicas.
Todos convergem para uma mesma conclusão: manter o ativo imobilizado em ordem é uma decisão estratégica, não apenas burocrática.
O Caso Real: O Contador e a Descoberta de um Ativo Imobilizado em Desordem
Ao assumir a contabilidade de uma indústria em Goiânia (GO), o contador percebeu que o ativo imobilizado estava completamente desalinhado com a realidade física do parque industrial.
Máquinas, equipamentos de TI, mobiliário e até o imóvel-sede estavam subavaliados (Undervalued) ou contabilizados de forma incorreta. Ativos inexistentes permaneciam na contabilidade, enquanto bens novos não haviam sido registrados.
Esse cenário comprometia:
- Transparência nas demonstrações financeiras;
- Governança corporativa (Corporate Governance);
- Credibilidade perante investidores, bancos e auditorias.
O CPC 27 como Solução
O contador encontrou no CPC 27 – Ativo Imobilizado o caminho para corrigir a situação. Baseado no IAS 16 – Property, Plant and Equipment do IFRS, o CPC 27 determina:
- Mensuração pelo custo menos depreciação acumulada (Accumulated Depreciation);
- Ajustes por redução ao valor recuperável (Impairment Loss);
- Divulgação clara e transparente na contabilidade.
O plano incluiu:
- Inventário geral (Full Physical Inventory);
- Conciliação física x contábil (Physical-to-Accounting Reconciliation);
- Avaliação patrimonial (Asset Valuation);
- Definição de vida útil remanescente (Remaining Useful Life) e valor residual (Residual Value);
- Aplicação do CPC 01 quando necessário.
Da Teoria à Prática: Implementando a Regularização
Com aprovação da diretoria, a regularização foi executada em etapas:
- Catalogação de ativos com Asset Tags;
- Digitalização de registros e fotos para auditoria;
- Revisão contábil, excluindo bens inexistentes e incluindo ativos não registrados;
- Reavaliação de bens para determinar valor justo (Fair Value);
- Recalculo da depreciação com base na vida útil real.
Em poucas semanas, o Balanço Patrimonial refletia fielmente a realidade física da empresa.
Um Problema Frequente nas Empresas
Situações assim são comuns e geram riscos em:
- Auditorias externas (External Audits);
- Captação de recursos;
- Fusões e aquisições (M&A Transactions);
- Seguros patrimoniais.
Demonstrações financeiras distorcidas comprometem compliance e confiança.
A Expertise da AXS Consultoria Empresarial
A AXS Consultoria Empresarial, sediada em Sorocaba – SP, atua em todo o Brasil com Organização Patrimonial, Inventário Patrimonial e Avaliação de Ativos, seguindo normas CPC, ABNT e IBAPE.
Projetos de destaque:
- Midea Carrier – inventário e avaliação industrial;
- CPQD Campinas – inventário contínuo desde 2022;
- Rede de Aeroportos Vinci – gestão patrimonial em quatro aeroportos;
- Aeroporto de Maringá – inventário e avaliação patrimonial;
- Agropecuária Palmaly – organização patrimonial agroindustrial;
- Santa Casa de Valinhos e Rede IDS – inventário hospitalar.
Todos validados por auditorias, incluindo as Big Four (PwC, Deloitte, EY, KPMG).
Benefícios da Regularização do Ativo Imobilizado
- Transparência contábil e fiscal;
- Compliance com CPC 27 e CPC 01;
- Redução de riscos em auditorias;
- Melhores condições em seguros;
- Base sólida para decisões estratégicas.
Conclusão e Chamada à Ação
O caso do contador mostra que controlar o ativo imobilizado é proteger o futuro da empresa.
Se a sua empresa não tem um inventário patrimonial atualizado, não realiza conciliação físico-contábil e não aplica corretamente o CPC 27 ou o CPC 01, está assumindo riscos desnecessários.
A AXS Consultoria Empresarial pode ajudar.
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Data: 09/08/2025